Como Ser Feliz – Construir o Caminho

Aqui está uma reflexão a cerca da VIDA, trazendo um texto extraído do livro tibetano do VIVER e do MORRER, de Sogyal Rinpoche: AUTO BIOGRAFIA EM 5 CAPÍTULOS.


Aqui está uma reflexão a cerca da VIDA, trazendo um texto extraído do livro tibetano do VIVER e do MORRER, de Sogyal Rinpoche: AUTO BIOGRAFIA EM 5 CAPÍTULOS

CAPÍTULO 1

Ando pela rua: há um buraco fundo na calçada, eu caio, estou perdida e sem esperança, não é culpa minha, levo uma eternidade para encontrar a saída.

CAPÍTULO 2

Ando pela mesma rua: há um buraco fundo na calçada, mas finjo não vê-lo e caio nele de novo. Não posso acreditar que estou no mesmo lugar, mas não é culpa minha, ainda assim levo um tempão para sair.

CAPÍTULO 3

Ando pela mesma rua: há um buraco fundo na calçada. Vejo que ele ali está, ainda assim caio, é um hábito. Meus olhos se abrem, é culpa minha, saio imediatamente.

CAPÍTULO 4

Ando pela mesma rua, há um buraco fundo na calçada, dou a volta.

CAPITULO 5

Ando por OUTRA RUA.

Como ser feliz e encontrar o caminho? Não apresentamos aqui conteúdos de escolas psicológicas, mas reflexões do que está posto aos olhos sobre o que cada um de nós sabe intuitivamente sobre o mal que nos persegue.

O texto de Sogyal Rinpoche ilustra perfeitamente um conceito de sanidade que queremos expressar. Temos neste texto, de uma forma bem compreensível, a noção de padrões de pensamentos limitantes. Podemos nos perguntar quantas vezes caímos no mesmo buraco.

Temos uma “tendência” de repetir diariamente os mesmos comportamentos. Sejam estes nas relações  afetivas, consigo próprio e nos acontecimentos de modo geral. E isto, a ponto de desencadearmos culpas, vitimizações, autoanulação e autossabotagem.

Podemos dizer de forma simplificada que, se não dermos algo novo ao nosso cérebro, ele vai ficar olhando para trás, para o velho, para o antigo, repetindo e repetindo pensamentos e comportamentos desiquilibrados.

Esta “tendência” que nós seres humanos temos em repetir comportamentos, provém de imagens ou referências distorcidas que trazemos em nosso psiquismo, desencadeando autossabotagem inconsciente.

Carl Gustav Jung propunha que a pessoa possui seu próprio curador interno. Chamou este processo de busca de si mesmo, de individuação.

Para isto, deveremos ter a coragem de confrontar-nos. Porém, em um processo de reconciliação.

Ou seja, a pessoa deve substituir as imagens distorcidas e sabotadoras, por novas imagens, sendo estas positivas, saudáveis, estimuladoras, amigáveis e por aí vai.

Assim, se não olharmos para o que queremos de diferente e de novo, continuaremos em nossa repetição, cairemos sempre no mesmo buraco até o dia em que poderemos perder totalmente o controle de nossas emoções.

Pois, se a verdade e a sinceridade, não tem lugar para se expressar, o palco do teatro diário de nossa vida, vai ficando sem graça, sem sentido, pesado, contraditório. E isto gera cada vez mais stress, o que certamente conduzirá a falta de saúde física, emocional, psicológica e espiritual.

Olhar Ampliado – Estado de Alerta

Porém, podemos dizer: que bom que estamos em uma era onde já há uma compreensão mais ampliada da vida e da saúde. Uma visão mais global do ser humano, que quer dizer, total na totalidade do ser, do corpo físico, emocional, mental e espiritual.

Esta forma integrada de ver a vida nos possibilita tomar consciência, atenção a cada acontecimento, seja ele agradável ou não.  Esta atenção nos coloca em alerta para as armadilhas do dia-a-dia. Assim, temos condições diante de um fato desagradável, de parar antes de responder na mesma sintonia.

Esta perspectiva de alerta, esta atenção, nos leva a refletir sobre os acontecimentos reais, concretos, “maiores” ou “menores” de nosso cotidiano.

Desta forma é possível compreendermos o que está acontecendo dentro e fora de nós. E na maioria das vezes, temos muitas dificuldades de compreendermos o que está acontecendo.

É claro que poderíamos dizer que não é tão simples mudarmos de posição, de comportamento. É verdade que há estados graves onde a pessoa necessita de ajuda mais específica e de um bom profissional.

Porém, aqui estamos refletindo sobre nossa capacidade enquanto ser humano para superar questões que nos impedem de sermos felizes e construirmos um caminho de crescimento ascendente.

Falta-nos o conhecimento e plena consciência deste potencial, desta capacidade de sermos felizes.

Está reflexão quer mexer em alguns conceitos estruturados, fechados e alheios ao nosso entendimento.

Estamos refletindo que a cura de nossas emoções feridas não deve ser vista como uma questão de intervenção externa, ou seja, quem me cura é o profissional da saúde…

E certamente isto pode ser necessário dependendo o grau de desequilíbrio que a pessoa tenha atingido. Porém aqui, queremos lembrar do poder de auto cura que nós seres humanos temos para aplicar em todas as áreas de nossas vidas.

A seguir apresentamos um exercício de três passos para o reencontro consigo mesmo. Lembramos antes que sou eu quem gerencia minha vida, mais ninguém.

Fazemos escolhas diárias, mesmo quando não queremos escolher, pois a não escolha é uma escolha.

Vamos lá ao exercício. Foi pensando na capacidade que o nosso cérebro e toda organização estrutural de nosso corpo físico e energético tem para desenvolver-se, que apresentamos este exercício em três passos simples.

É possível de serem realizados no dia a dia. Podem nos levar para além do que podemos imaginar em nossa vida.

Três Passos – Construir o Caminho

Este pequeno exercício é apenas o início de uma longa jornada CONSCIENTE de nossas AÇÕES e INTENÇÕES.

Passo 1: Fotografe

Este primeiro passo vai exigir de você uma pré-disposição.

E talvez a motivação desta pré-disposição aconteça obrigatoriamente por conta do seu cansaço ou stress. Ou seja, se a gente não arruma a vida da gente por “bem”, arruma por “mal”.

Mas antes de esclarecer sobre este primeiro passo, vamos compreender que a correia que este mundo nos “impõe”, nos coloca em uma roda viva. Normalmente não há tempo para elaborarmos os acontecimentos e sentimentos do dia vivido.

Ao longo de toda vida, vamos acumulando sentimentos negativos como mágoas, tristezas, frustrações, insatisfações, culpas, medos, dúvidas, inseguranças, falta de confiança, ansiedade, decepções…

Estes sentimentos vão gerando desconfortos. Entre eles está a preguiça, falta de vontade, procrastinação, cansaço, dificuldade nos relacionamentos familiares e sociais, agressividade, incompreensão, impulsividade, dificuldade em prosperar na profissão, na vida pessoal e muito mais.

Isto é bem comum a todo ser humano. Todos nós já passamos por inúmeras experiências que deixaram sequelas emocionais, em maior ou menor grau.

Porém, podemos nos prostrar diante destes sentimentos ou aprender a elaborá-los de uma forma que resulte em crescimento, em avanço pessoal. Avanço que pode nos jogar para além do que imaginamos ser possível.

Podemos dizer de uma maneira bem simplificada que há duas posturas que nós seres humanos normalmente assumimos. A postura de vítima ou de construtor de minha historia.

Diria o contador de estórias: “há dois tipos de pessoas na face da terra, as que choram e as que vendem lenço”.

Até poderíamos nos perguntar neste momento: o que eu quero para minha vida? Chorar ou vender lenços?

Vamos adiante, vamos ao exercício. Este primeiro momento do exercício, fotografe. Fique atenta, pois é simples. Todos, sem exceção, podem fazer isto.

Se você deseja mudanças em sua vida, então é bom que aprenda a tirar alguns minutos para você somente.

Vá para debaixo de uma árvore se você tem um quintal em casa. Se você mora em um apartamento, deve ter uma sacada, ou se não tiver, vá pra rua em um banco da praça. Pode ser um quarto. Pode ser um momento enquanto todos vão para o trabalho, ou os filhos vão para a escola. Ou seja, consiga sem desculpas, um momento só seu.

E neste momento, como uma fotógrafa, ou fotógrafo faz ao olhar para uma cena antes de fotografar, faça isto você, com cada “pedaço” de sua vida presente.

Olhe para sua vida de casada, se for casada. Olhe para sua vida de solteira, se for solteira, com filhos ou sem filhos, com trabalho ou sem trabalho… enfim, olhe com atenção para cada detalhe de sua vida presente e faça uma descrição para você mesma.

Não se preocupe com os sentimentos neste momento, apenas retrate como sua vida é no dia a dia. O que você faz ou deixa de fazer.

Neste exercício, vai ser possível se perceber e verificar o que passa pela sua mente.

A vida hoje tem uma série de distrações e compromissos que tiram o foco de mim mesma. Nos dias atuais, temos que responder rapidamente a uma série de demandas que induzem a não pensar, simplesmente fazer.

Este fazer sem pensar, vai criando um distanciamento de mim mesma a cada dia, a ponto de parecer um robô. Muitas vezes um robô desastrado, pois não pensa, só faz.

Então… PARE… sem parar, fica impossível perceber-se. Pois, além dos ruídos externos também há os ruídos internos.

Faça a você neste momento duas perguntas. A primeira pergunta: o que eu faço diariamente na minha vida?

Simplesmente faça uma revisão do seu dia a dia. Este exercício vai te colocar com o no chão, em relação a você mesma.

Isto vai te dar uma ideia da quantidade do que você faz. Muito ou poucas ações diárias.

A segunda pergunta: está bom para mim, fazer o que estou fazendo? Sinto-me feliz e realizada fazendo o que estou fazendo diariamente?

Esta segunda pergunta vai dar uma ideia da qualidade do seu dia a dia. E ao responder a segunda pergunta, se esforce para ser verdadeira em sua resposta, nada mais que isto. Tenha coragem e seja sincera com você mesma.

Passo 2: Encontro com a Verdade

Se o primeiro passo exigiu certa disposição, porque precisamos parar literalmente.

O segundo passo vai exigir de você coragem para ser verdadeira.

O ser humano tem uma habilidade incrível de se enganar. Mais que enganar aos outros, engana a si mesmo.

Quando eu paro disposta a olhar para mim mesma, é um sinal de que também já estou pré-disposta para a verdade.

Porém, tenho que estar bem atenta, pois, temos um vício em por “panos quentes”, “tapar o sol com a peneira” ante os fatos de nossa vida.

Meus mecanismos de defesa e meu ego costumam dar um jeito para eu achar desculpas e não ver a verdade. Por isto fique atenta com você mesma. Não deixe se enganar.

Algumas escolas psicológicas dizem que o ser humano necessita transcender sua psique, conectando-se a outras realidades. Entender sua existência procurando pela verdade.

Esta consciência, este encontro com a verdade, pode ser facilitada quando me disponho a estar atenta diante dos fatos. Diante dos acontecimentos diários.

E este encontro vai nos trazer ganhos extraordinários porque neste momento não nos deixamos envolver pela situação de uma forma automática, instintiva, pois estamos olhando para nós mesmos.

Se conseguirmos não cair na armadilha dos fatos, dos acontecimentos diários, não respondendo instintivamente a estes fatos e acontecimentos cotidianos, seremos capazes de lançar mão de alguns recursos.

Estes recursos, nos ajudarão a ultrapassar os limites da insatisfação, da tristeza, da angústia, do nervosismo, do stress, decepção, cansaço…

É aqui, neste encontro com a verdade, que está o começo das curas que busco para minha vida.

Ter a coragem de aceitar o fato de que alguma coisa anda errada comigo. Aceitar também que a culpa não é do outro, já é um bom começo para grandes transformações que virão a partir desta atitude.

Pois, sou um ser que interage com as pessoas e o mundo, portanto, ao receber as impressões externas, devo devolvê-las com  maturidade.

E o que a gente se pergunta é onde está a maturidade que não conseguimos alcançar até agora?

Como exemplo, podemos dizer que uma das dificuldades que o ser humano possui, é lidar com a desaprovação do outro. Isto o faz muitas vezes, refém do outro. Pois me rendo à verdade do outro.

Ficamos incomodados de não sermos aprovados, nos tornando assim dependentes, pois, não tendo aprovação, sente que não tem valor.

E esta é uma forma imatura de se comportar, pois, deixo de ser eu para obter a aprovação do outro. E eu posso viver achando que é assim mesmo.

Eu saio da adolescência para a vida adulta me comportando de forma a viver a vida do outro. O mais notável, a viver uma mentira ao invés de buscar a minha verdade.

E passa o tempo construindo a vida como se fosse um castelo de areia. Assim, minha vida profissional, familiar e social pode se tornar um verdadeiro teatro.

Este comportamento é desarmônico do ponto de vista do ser total, pois, o meu dia a dia não é compatível com o que está lá no fundo do meu ser. Talvez muito bem escondido.

Portanto, a questão principal que colocamos neste segundo passo, é que devemos ter a coragem de encarar nossas verdades, sem medo, sem tentar nos enganar.

Passo 3: Escolhas

Estar ante a uma escolha, decidir mudar, movimenta em nós medos e inseguranças.

E o medo, segundo algumas referências, não se elimina, mas supera-o com uma força maior que ele.

Bom, se o primeiro passo me exigiu certa disposição em parar.

O segundo passo demandou atenção aos meus sentimentos e coragem para percebê-los sem máscaras.

O terceiro passo vai convidar para uma atitude, uma escolha consciente.

A consciência de que somos dotados do livre arbítrio, embora onde tudo pareça convergir para o cumprimento de padrões sociais, já é um bom começo para o exercício de tomada de decisões. 

Este terceiro passo parece ser o mais difícil porque exige uma atitude que a olhos vistos culminará em perdas. Toda escolha converge para deixar uma coisa em favor de outra.

O fato é que somos levados acada momento a fazer escolhas. Diariamente escolhemos sem nos darmos conta de que estamos escolhendo. Ninguém está isento de decidir. Mesmo quando parece que não temos escolha.

Porém, normalmente as escolhas são feitas quase que automaticamente, referenciadas no que os outros estão fazendo, sem mesmo pensar de onde partem minhas escolhas. Que motivos me fizeram escolher isto ou aquilo.

É como viver em um fluxo de irracionalidade. E mais que isto, as referências para estas escolhas automáticas, normalmente são o medo, a insegurança, o egoísmo, a ganância, a carência, a dependência, o stress, o cansaço e outros.

Aqui, novamente trazemos para a reflexão a necessidade da percepção de mim frente aos acontecimentos “corriqueiros” do cotidiano. 

É esta percepção que vai me conduzir a algo muito maior, ou seja, a concluir que talvez não esteja onde  e como gostaria de estar ou poderia estar.

Dar-se conta disto é um grande passo. Pois este momento é o momento onde eu consigo identificar aquele incômodo interno, quase imperceptível. 

Com esta atenção presente no que está acontecendo agora, os sentimentos e emoções despontam de maneira mais clara.

Sou capaz de ver, perceber com mais clareza as minhas ações e reações diante dos acontecimentos diários de minha vida. O que será altamente benéfico em meu processo de escolhas consciente. 

Este exercício feito até agora, faz com que perceba as coisas que incomodam, tiram do eixo, angustiam, entristece, irritam, cansam. Ou ao contrário, também posso começar a perceber as coisas que me faz bem, me alegram, tranquilizam, encorajam, entusiasmam …

E quando percebo isto meio timidamente, eu começo a querer algo diferente. E com o passar do tempo, esta percepção vai se ampliando e passo a ter mais consciência de mim mesma ante os acontecimentos do dia a dia.

Eu diria que é um processo natural. Quando começo a prestar atenção em mim e enxergar coisas que não via, um novo ciclo se apresenta.

Vejo agora, através dos acontecimentos, um pouco mais de mim. Como uma espécie de espelho, começo a me ver de uma forma mais verdadeira.

Esta nova percepção vai me jogar para outra mais ampliada e assim por diante, como uma reação em cadeia.

E o processo vai me conduzindo inevitavelmente para mudanças, para escolhas.

Porém, se eu ainda insisto prosseguindo a reboque dos acontecimentos, fugindo da verdade, a sincronia do movimento da vida obedece aos meus medos e inseguranças.  E isto pode chegar ao ponto de, em algum momento, os acontecimentos diários se tornarem uma sequencia de fatos descontrolados e desastrosos.

Desta maneira, não tarda para eu começar a sentir uma dor “aqui” outra “acolá”. E talvez esta dor seja tanto que eu comece a procurar um médico, pois é mais confortável receber uma receita e tomar os remédios recomendados por um especialista… e o teatro da vida continua…

Ou talvez eu resolva ir adiante dando um passo a frente, querendo saber mais de mim mesma.

Neste momento começo a sair da zona de conforto e deixar o papel de vítima. Contudo, esta resolução abre o caminho para uma longa jornada.

Uma jornada interior que nos levará, em muitos momentos, a situações que me obrigarão a sair de cima do muro. Me obrigarão a fazer cada vez mais ESCOLHAS CONSCIENTES.

Ser Feliz – Realidade Possível

Ser feliz, não é sinônimo de perfeição. A vida não precisa ser perfeita para sermos felizes. Mesmo porque, se isto fosse uma condição, nunca seríamos felizes neste planeta terra.

A vida está em constante movimento, em um fluxo diário, em um diálogo constante entre o “bem” e o “mal”.

Perdas necessárias irão acontecer, mas o consolo é que a medida que caminhamos vamos deixando os fardos.

Os olhos começam a ver o que nunca haviam visto. O coração bate num compasso mais sereno. Os meus limites começam a ser evidenciados com mais clareza e por conseqüência, aceitos com mansidão.

O meu potencial se torna cada dia mais perceptível e possível de trazê-lo à prática, à vivência.

Assim, à medida que caminho eu me encontro, sou um pouco mais feliz e verdadeira. Cresce na mesma medida as possibilidades reais de ser mais e mais feliz porque agora sou eu me encontrando com minhas verdades.

A centelha de amor eterno plantado em meu coração em um tempo e espaço, que não sabemos, vai absolutamente, florescendo, porque vejo o que sinto e escolho de forma mais consciente. A convivência com meu eu verdadeiro sabe para onde devo ir.

Passo a não precisar mais de códigos morais, pois me sinto um ser livre para escolher. Escolho mais acertadamente porque o código de conduta que está gravado em meu inconsciente, agora trazido e exercitado no consciente vê possibilidades que antes não via. 

O mais interessante neste processo, é que eu posso escolher aquilo que vai me conduzir para uma vida cheia de significados mais claros e mais objetivos.

Acima de tudo, minha consciência vai ficando mais alerta e aberta para ver além do aparente, pois vou sendo capaz de dar novos significados às situações e fatos.

Assim, os obstáculos vão sendo vistos como desafios enriquecedores. A medida que os acolho como parte fundamental de minha evolução, eles passam a integrar minha vida de forma grata, enriquecedora. O impossível passa a ser uma realidade que vou aprendendo a acessar.

E neste compasso, vou aos poucos exercitando e ensaiando uma vida incomparavelmente mais feliz e verdadeira.

Desejamos uma caminhada iluminada a todos as leitoras e leitores deste artigo. Que tenhamos consciência de que a vida que vivemos aqui e agora pode ser melhor. Este é um processo natural do universo, a evolução! Nosso destino é a felicidade!

Por Iara ALopes

Realizo Agora - Organização Emocional

Os segredos da organização do lar que transfomarão nossa vida!


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